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O Jesus histórico - Yeshua (يسوع)



Yeshua - "Jesus"


Yeshua, Yasu’a (يسوع) , - “Yeshua'” - ܝܫܘܥ. ou שועה, yeshuah - nome de Jesus em hebraico e aramaico.

A afirmação de que a forma Yeshua é o nome original de "Jesus" tem sido muito debatida atualmente – alguns afirmam que era Yehoshua ou que a própria forma grega do nome “Jesus” era usada entre os cristãos antigos (comunidades falantes do Grego existentes em Israel, durante o período helenístico e posteriormente, sempre afirmaram que os manuscritos originais do Novo Testamento foram escritos primariamente em Grego). De qualquer forma, já se tem provas explícitas de que "Jesus", seus primeiros discípulos e a população que vivia na Terra de Israel naquele período, falavam aramaico (ou um tipo de hebraico-aramaico).


Onde esteve Jesus dos 13 aos 30 anos?


Até hoje milhões de cristãos de todas as religiões perguntam onde esteve ele durante os chamados 17 anos de sua vida desconhecida.
O Novo Testamento contém 27 livros, 7 956 versículos e 138 020 palavras. E uma única referência à juventude de Jesus.
O Evangelho de Lucas nos conta que, aos 12 anos, ele viajou com os pais de Nazaré a Jerusalém para celebrar o Pessach, a Páscoa judaica. Quando José e Maria retornavam a Nazaré, perceberam que Jesus tinha ficado para trás. Procuraram o garoto durante 3 dias e decidiram voltar ao Templo, onde o encontraram discutindo religião com os sacerdotes. "E todos que o ouviam se admiravam com sua inteligência" (Lucas 2:42-49).
Os Evangelhos não dizem palavra a respeito. Há uma lacuna premeditada e um profundo mistério, porque todo profeta, por maior que seja ele, tem necessidade de ser iniciado. Alguns estudiosos acreditam que a Igreja Católica procura manter silêncio acerca dos Essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências e alguns historiadores veêm muita semelhança comparando a doutrina de Jesus com a dos Essênios.
O nome Essênios deriva da palavra egípcia Kashai, que significa "secreto". Na língua grega, o termo utilizado é "therepeutes", originário da palavra Síria "asaya", que significa médico ou terapeuta.
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Lacunas na história real de Jesus

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Dados de grande importância tem sido negligenciados ou encobertos por interesse da Igreja e dados por pouco valores relevantes por quem diz que basta creditar nas suas palavras pois o resto não é de importância para a fé ou para a salvação da alma.

Qual é a face  do seu Jesus?

Como  era o rosto de Jesus?
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Em cada lugar do mundo se conhece um Jesus diferente, muitas imagens são pintadas e consequentemente adoradas por pessoas do mundo todo. Essas imagens variam de um lugar para outro. Alguns teólogos baseiam-se em algumas passagens do antigo testamento para fazer descrição da pessoa de Cristo como por exemplo, Is 53:2 para afirmar que Cristo não era um homem de boa aparência.

Nas regiões do Qumran, em grutas na montanhas próximas às ruínas de um mosteiro, zona árida e quente, foram encontrados jarros com manuscritos que continham documentos, revelações, cânticos, leis, usos e costumes, de um povo: Os Essênios.

O batismo de Jesus - prática normal entre os essêniosOs Pergaminhos deram novo ímpeto à teoria de que Jesus pode ter sido um estudante da filosofia essênia.Todos esses documentos foram preservados por quase dois mil anos e são considerados o achado do século, principalmente porque a Bíblia, até então conhecida, data de uma tradução grega, feita pelo menos mil anos depois da de Qumran.
Hoje, os Manuscritos do Mar Morto encontram-se no Museu do Livro em Jerusalém. A descoberta dos Pergaminhos do Mar Morto confirmou a referência feita pelo autor aos essênios e seus ensinamentos secretos, que precederam o cristianismo e que Jesus deve ter conhecido bem. Um relatório parcial sobre essa descoberta, do arqueólogo inglês G. Lankester Harding, Diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, diz o seguinte:

"A mais espantosa revelação dos documentos essênios até agora publicada é a de que os essênios possuíam, muitos anos antes de Cristo, práticas e terminologias que sempre foram consideradas exclusivas dos cristãos. Os essênios tinham a prática do batismo, e compartilhavam um repasto litúrgico de pão e vinho presidido por um sacerdote. Acreditavam na redenção e na imortalidade da alma. Seu líder principal era uma figura misteriosa chamada o Instrutor da Retidão, um profeta-sacerdote messiânico abençoado com a revelação divina, perseguido e provavelmente martirizado.
Muitas frases, símbolos e preceitos semelhantes aos da literatura essênia são usados no Novo Testamento, particularmente no Evangelho de João e nas Epístolas de Paulo. O uso do batismo por João Batista levou alguns eruditos a acreditar que ele era essênio ou fortemente influenciado por essa seita. É de se notar que o Novo Testamento nunca menciona os essênios, embora lance frequentes calúnias sobre outras duas seitas importantes, os saduceus e os fariseus".

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Trecho do Hino ao Conceito da Comunidade essênica.
Leia neste blog: Jesus – o homem invisível .
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Caminhos feitos  pela busca por Jesus


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About Elma.C

Livre pensadora.▃▃ Sou uma mulher que percorre um caminho onde o racionalismo não tem meio termo, que enfrenta as intercorrências de suas próprias escolhas sem culpar-se ou aos outros na busca por justificativas, acreditando que será sempre uma aprendiz onde a existência é um eterno descobrir. Sou uma cidadã brasileira e acho que o melhor lugar do mundo está dentro do nosso próprio interior onde temos o poder de nos libertar ou aprisionar. ✔
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1 Ponderações:

  1. Alguém já ouviu falar de uma Iemanjá histórica? Não? Claro, não faz o menor sentido. Então por que o Jesus histórico faz? O que já foi feito para dar sentido a essa crença é de dar medo.

    “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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